Madonna não para. Nos últimos meses, tem andado numa roda-viva, a gravar os vários vídeos que acompanham as canções do novo disco, como é o caso do de "I rise", apresentado mundialmente hoje. A faixa integra "Madame X", que será lançado a 14 de junho, o novo alter ego da cantora, uma agente secreta que viaja pelo mundo que é também uma professora, uma freira, uma cantora de cabaré e uma prostituta.

"Todas elas são uma extensão de mim, de certa forma. Porque eu faço todas essas coisas. Acreditem ou não, mas eu limpo a minha casa. Eu considero-me uma espécie de governanta, monto cavalos e adoro e também te posso ensinar a dançar o chachachá, se quiseres", justificou Madonna, em entrevista a Keith Caulfield, à margem da cerimónia de entrega dos prémios Billboard Music Awards, onde atuou com Maluma.

Em declarações ao codiretor da revista Billboard, a cantora explicou ainda por que é que recorreu novamente ao produtor francês de ascendência afegã Mirwais para produzir o disco que "nasceu em Lisboa", como voltou a afirmar.

"Ele é um pensador, um verdadeiro filósofo existencialista. É um intelectual que gosta de debater e de contrapor, o que estimula o pensamento, o que é raro nos dias que correm", criticou a intérprete de êxitos globais como "Like a prayer", "Papa don't preach", "Ray of light" e o novo "Medellín".

Tal como já tinha sucedido em "Rebel heart", onde Madonna gravou uma canção intitulada "Joan of Arc", Joana d'Arc heroína francesa e santa canonizada, voltou a inspirar a cantora em "Dark ballet", um dos temas do novo disco. "Fizemos pesquisa e descobri coisas sobre ela que vão para além do que as pessoas conhecem", revela a cantora, que está em negociações e preparativos para a nova digressão mundial.

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