Os casos registados em Xinjiang, no extremo noroeste da China, em Liaoning, no nordeste, e Pequim são de transmissão local. A capital chinesa já não registava um caso há três semanas.

Além destes, foram diagnosticados mais quatro casos em viajantes estrangeiros, os chamados casos “importados”.

As autoridades de saúde acrescentaram que, até à meia-noite (17:00 de segunda-feira em Lisboa), 16 pacientes tiveram alta, fixando o número total de casos ativos no país asiático em 391, incluindo 20 em estado grave.

Segundo dados oficiais, desde o início da epidemia, a China registou 83.959 infetados e 4.634 mortos devido à COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 650 mil mortos e infetou mais de 16,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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