A Chanel tomou esta decisão com base "na situação atual e tendo em conta as recomendações das autoridades chinesas".

Adiado para "um momento mais oportuno", este desfile era uma réplica da coleção Métiers d’art que foi apresentada em dezembro de 2019, dedicado a diversos ofícios artísticos.

Batizado de "31 rue Cambon", em alusão à sede dos salões e estúdios históricos da Chanel no centro de Paris, esta coleção inspirou-se no apartamento de Gabrielle Chanel, e foi apresentada em Paris com decoração idealizada pela cineasta Sofia Coppola.

"A Chanel acompanha a situação de perto. A saúde e o bem-estar da sua equipa e dos seus clientes são a prioridade", disse a empresa num breve comunicado.

Dias antes da próxima Semana da Moda de Paris (de 24 de fevereiro a 3 de março), o criador chinês Jarel Zhang cancelou o seu desfile na capital francesa, a fim de "garantir a boa saúde e a segurança dos dois países e reduzir o número de contactos".

Outro grande evento na China que foi afetado pela epidemia é o salão automóvel de Pequim, uma reunião importante do setor que estava marcada para 21 a 30 de abril e foi adiada.

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