Kelly Gissendaner, de 47 anos, morreu com uma injecção letal na prisão de Jackson, sudeste de Atlanta, tornando-se a primeira mulher a ser executada na Georgia desde 1945.

Os vários recursos de última hora apresentados pela defesa ao Tribunal Supremo da Georgia e ao Tribunal Supremo dos Estados Unidos para travar a execução foram rejeitados, bem como o pedido de clemência perante a Junta de Liberdade Condicional e Perdão, em que dois dos filhos de Gissendaner participaram.

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