A informação foi dada à imprensa pelo ministro da Saúde e Segurança Social, Arlindo do Rosário, depois de ter sido ouvido pela 5ª Comissão da Assembleia Nacional, no quadro do debate na especialidade, do Orçamento do Estado (OE) para 2020.

Aprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina contra infecções provocadas pelo vírus do papiloma humano (HPV) é dada como injecção e contribui para redução da incidência do cancro do colo de útero e vulva nas mulheres, com a particularidade da imunização prevenir, também, o cancro do pénis, ânus, verrugas genitais, boca e orofaringe.

“Esta é uma boa novidade. Para além de trabalharmos no reforço da atenção primária, no programa de rastreio do cancro de colo uterino que é fundamental, nos iremos avançar em 2020 com a introdução da vacina HPV”, explicou o ministro Arlindo do Rosário.

Adoptadas em mais de 130 países, a vacina contra o HPV já se insere em mais de 60 programas de imunização, sendo que desde 2006 mais de 200 milhões de doses já foram distribuídas em todo o mundo.

Segundo a medicina especializada, após a toma da vacina, o corpo produz os anticorpos necessários para combater o vírus e assim, caso a pessoa seja infectada, ela não desenvolve a doença, ficando protegida.

Na declaração aos jornalistas, o ministro da Saúde e Segurança Social fez saber ainda que dos cerca de sete milhões de contos destinados à saúde, a maior parte da verba destina-se ao funcionamento, visando um “orçamento consolidado” num acréscimo de quase três milhões de contos em relação ao de 2016.

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