Maria de Lurdes Gomes, segundo a qual o banco de sangue na ilha não tem tido problemas de “stock”, dado ao número aceitável de dadores regulares, fez estas considerações no momento em que se assinala mais um Dia Mundial do Dador de Sangue, celebrado hoje.

Para marcar a efeméride na ilha, a responsável disse que aproveitaram a ocasião para uma campanha de sensibilização e doação de sangue, visando reforçar o “stock” da unidade hospitalar, e um lanche convívio com os dadores.

“Estamos a explicar as pessoas sobre a importância da doação de sangue, apresentar através de slides a evolução do nosso banco de sangue, estabelecido desde novembro de 2007 até agora. Queremos com isso mostrar aos nossos dadores e pessoas que querem dar sangue, o trabalho que o banco tem feito”, explicou, informando que o banco de sangue, regional, realiza uma média de 150/160 transfusões anuais.

“Aqui no Sal não temos problemas porque os dadores são regulares, conscientes da dádiva. E sempre temos também dadores novos. Às vezes falta-nos é material para fazer as recolhas. Temos mais de 800 dadores inscritos no nosso banco de sangue, mas, tendo em conta a mobilidade da ilha, dão no Sal, na Praia ou São Vicente”, disse.

Maria de Lurdes concluiu encorajando as pessoas a serem dadores já que todos e qualquer um é suscetível de um dia vir a precisar de sangue, agradecendo ao mesmo tempo os dadores que têm sustentado o banco de sangue na ilha do Sal.