De acordo com Maria de Lurdes, o país tem posto em prática medidas exigidas pela Organização Mundial da Suado (OMS), assim como as adotadas pelo Serviço de Vigilância e Respostas às Epidemias visando a proteção dos cabo-verdianos.

“O país já adotou medidas para o controlo das suas fronteiras e aos viajantes, em particular, em que é exigido aos passageiros que cheguem ao país de avião ou barco o cartão de vacina internacional, que indica que este tenha um certificado de vacinação contra a doença, com dez dias de antecedência”, informa.

A responsável sublinhou que a vacina contra a Febre Amarela é muito eficaz e previne a doença, desde que feita com dez dias de antecedência antes da viagem a países endémicos.

Isso porque, esclareceu, a vacina feita na véspera da viajem não faz efeito de imediato, mas dez dias depois de ter sido aplicada.

Segundo Maria de Lurdes, caso o viajante não apresente o cartão de vacinação valido, as autoridades poderão tomar medidas que poderão passar pelo impedimento da entrada no país, vacinação nos aeroportos e portos ou aplicação de quarentena.

“Por enquanto não temos verificado estas situações”, confirma.

No Brasil , até sexta-feira (10), segundo informações do Ministério da Saúde, foram confirmados 230 casos de febre amarela, com 79 mortes.

Minas Gerais ainda é o estado mais afetado pela doença, com 201 casos e 69 mortes confirmadas. Espírito Santo tem 25 casos e 7 mortes confirmadas. São Paulo vem em seguida, com 4 casos e 3 mortes confirmadas.

A febre-amarela é uma doença viral transmitida pelo mosquito que provoca febre, dores musculares, perda de apetite e náuseas e pode levar à morte.