Uma situação, explicou Vismita Gupta-Smith, do escritório regional do sudeste asiático da OMS, que é agravado por novos fatores de pressão como populações mais envelhecidas, os desafios da crescente e rápida urbanização e "uma significativa população móvel e migrante".

Gupta-Smith falava num encontro com jornalistas em Díli de antecipação da 68.ª sessão do Comité Regional do Sudeste Asiático da OMS que começa segunda-feira na capital timorense, com delegações de 11 países.

Nos próximos dias, ministros ou representantes de ministérios de 11 países - Bangladesh, Butão, Coreia do Norte, India, Indonésia, Maldivas, Myanmar, Nepal, Sri Lanka, Tailândia e Timor-Leste - estarão em Díli para "definir a agenda de saúde para a região".

"As regiões na OMS são diferentes das regiões geográficas. E as pessoas definem a que região a que querem pertencer", explicou.

"Os membros definem a agenda de saúde para a região e o que pretendem que o escritório regional da OMS destaque. Serão aprovadas várias resoluções sobre a agenda, que foi definida pelos estados membros", sublinhou Gupta-Smith.

Na reunião que decorre entre segunda e sexta-feira os delegados presentes deverão analisar questões como o consumo do tabaco, doenças contagiosas, doenças tropicais e prevenção da tuberculose.

O encontro debaterá ainda uma gama variada de assuntos relacionados com a saúde nesta região do planeta, incluindo respostas a desastres, prevenção de contágios, combate a doenças tropicais e ao sarampo, poliomielite e rubéola, bem como esforços para a prevenção da tuberculose e de várias formas de cancro.

Resistência a antibióticos e estratégias para a implementação de cobertura alargada dos sistemas de saúde estarão igualmente em debate.

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