Os quatro novos casos foram registados em pessoas com idades entre os 29 e 40 anos, um em Maputo, dois em Buzi, província de Sofala, tratando-se de duas pessoas que regressaram da África do Sul, e há ainda um caso na vila de Palma, ao lado da zona de construção de empreendimentos de gás natural, um dos epicentros da infeção no país.

Dois dos casos têm sintomas leves, outros dois são assintomáticos e todos estão em isolamento domiciliar.

A maioria do total acumulado de casos positivos em Moçambique foram registados na província de Cabo Delgado, com um total de 80, sobretudo entre trabalhadores nas obras ligadas ao processamento de gás natural, na península de Afungi, Palma.

Outros 23 casos foram detetados na cidade de Maputo, mais oito na província da capital, seis na província de Sofala e dois na província de Inhambane.

Desde o início da pandemia, já foram testados 5.361 casos suspeitos.

O país vive em estado de emergência desde 1 de abril e até final de maio, com espaços de diversão e lazer encerrados, proibição de todo o tipo de eventos e de aglomerações, recomendando-se à população que fique em casa, se não tiver motivos de trabalho ou outros essenciais para tratar.

Durante o mesmo período, há limitação de lotação nos transportes coletivos com obrigatoriedade do uso de máscaras, as escolas estão encerradas e a emissão de vistos para entrar no país está suspensa.

Em África, há 2.556 mortos confirmados, com quase 75 mil infetados em 54 países.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 302 mil mortos e infetou mais de 4,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,5 milhões de doentes foram considerados curados.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.