Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 1.158 para 1.191 enquanto as infecções aumentaram de 23.505 para 24.686.

Destes 24.686 doentes infectados, 6.425 foram dados como recuperados.

O norte de África mantém-se como a região mais afectada pela doença com 10.469 casos, 841 mortes e 2.602 doentes recuperados.

A África Austral contabiliza 70 mortes em 3.711 casos de covid-19 e 1.121 doentes recuperados.

Na África Ocidental, há registo de 5.774 infecções, 147 mortes e 1.613 doentes recuperados.

A pandemia afecta 52 dos 55 países e territórios de África, com cinco países – África do Sul, Argélia, Egito, Marrocos e Camarões - a concentrarem quase metade das infestações pelo novo coronavírus e mais de dois terços das mortes associadas à doença.

O Egipto regista 3.490 infectados e 264 mortos, a África do Sul conta 3.465 doentes infectados e 58 mortes, enquanto Marrocos totaliza 3.209 casos e 145 vítimas mortais e os Camarões contabilizam 43 mortes em 1.163 infectados.

O maior número de vítimas mortais regista-se na Argélia, que contabiliza 392 mortes em 2.811 doentes infectados.

Entre os países africanos lusófonos, Cabo Verde lidera em número de infecções, com 68 casos e uma morte.

A Guiné-Bissau contabiliza 50 pessoas infectadas pelo novo coronavírus e Moçambique tem 39 casos declarados da doença.

Angola soma 24 casos confirmados de covid-19 e duas mortes e São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detestar a doença no seu território, regista três casos positivos.

Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), estão confirmados 83 casos positivos de infecção, segundo o África CDC.

 A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 176 mil mortos e infectou mais de 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

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