Os 44 casos (inicialmente foram anunciados 27 na terça-feira) incluem 11 casos graves, afirma um comunicado divulgado pela Comissão de Saúde da cidade de Wuhan, região central da China.

"Os sinais vitais dos demais pacientes são, em geral, estáveis", afirma o texto.

As autoridades ainda estão tentando identificar a causa das infecções, mas descartaram até o momento "a gripe, a gripe aviária, a infeção por adenovírus e outras enfermidades respiratórias comuns".

A síndrome respiratória agudo grava (SARS, na sigla em inglês) é provocada por coronavírus.

O anúncio dos primeiros casos esta semana provocou boatos de uma nova onda de SARS e a polícia de Wuhan anunciou na quarta-feira multas a oito pessoas que "publicaram ou divulgaram informações falsas na internet sem verificação".

Todos os pacientes estão a receber tratamento em condições de isolamento, de acordo com as autoridades de saúde, que destacaram que não existem provas evidentes de transmissão de ser humano para ser humano.

Em 2003, quando aconteceu a crise de SARS, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou a China por não divulgar o número real de casos.

Naquele ano, a síndrome matou 349 pessoas na China continental e 299 em Hong Kong.

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