Estes dados foram avançados pelo delegado de Saúde e coordenador local da campanha, Carlos Dias, que enalteceu o “espírito de equipa, a boa preparação das equipas e o envolvimento de toda a população”.

Segundo Carlos Dias, a colaboração dos pais deve-se ao facto da população estar bem informada, uma vez que antes da campanha, decorreu uma série de atividades publicitárias e além de ser realizada a vacinação nos jardins infantis, as duas equipas formadas deslocaram-se a todas as localidades da ilha.

Mesmo assim, as equipas depararam com alguns constrangimentos, ao encontrarem alguns pais que “resistiam” em vacinar os seus filhos, mas de acordo com o delegado, conseguiram sensibilizar estes pais, acabando por vacinar estas crianças.

Carlos Dias aproveitou para adiantar que a situação das consultas que estavam em atraso e que geraram vários descontentamentos no seio da população já foi normalizada, reforçando que o motivo deste “descontrolo”, foi a preparação para esta campanha de vacinação.

Esta iniciativa enquadrou-se numa ação a nível nacional, promovida pelo Ministério da Saúde e Segurança Social, que tem como objetivo impedir e interromper a circulação dos vírus causadores das duas doenças.

A campanha de vacinação começou na quarta-feira, 07, e prolongou-se até o dia 13, vacinando crianças dos 09 meses aos 04 anos 11 meses e 29 dias e a meta, segundo os responsáveis, é eliminar o sarampo e a rubéola até 2020.