Cristiano Ronaldo, que está a ser acusado de ter violado uma mulher norte-americana, em Las Vegas, esteve envolvido noutro escândalo sexual sete meses depois da alegada violação a Kathryn Mayorga.

O jornal britânico The Sun recorda que o internacional português foi acusado de ter tido relações sexuais com a prostituta menor que esteve no centro das polémicas festas 'bunga bunga' do ex-primeiro-ministro italiano Sílvio Berlusconi.

Karima El Mahroug, de nacionalidade marroquina, conhecida como 'Ruby', contou há sete anos que conheceu Cristiano Ronaldo em dezembro de 2009 e que este pagou 4 mil euros por uma noite de sexo, num quarto de hotel luxo em Milão, quando esta tinha apenas 17 anos de idade.

Cristiano Ronaldo negou as acusações, na altura, através de um comunicado e o caso ficou adormecido desde então.

"(...) A trama da estória é feita de encontros sucessivos, em discotecas, hotéis e restaurantes em Milão, desde 29 de dezembro de 2009 até às vésperas do Mundial de 2010, apimentados com pormenores mais ou menos rocambolescos. Todos esses relatos são absolutamente falsos. Não conheço a jovem em causa; nunca a vi, nem muito menos me encontrei com ela. No dia 29 de dezembro de 2009, concretamente, encontrava-me em Madrid, onde treinei, como aliás no dia seguinte. Entre dezembro de 2009 e Junho de 2010 não estive em Milão uma única vez que fosse, o que é facilmente demonstrável", escrevia, na altura, o comunicado do Gestifute.

A polémica é agora recordada dado o momento que Cristiano Ronaldo enfrenta, com as acusações de uma violação cometidas em 2009.

Kathryn Mayorga afirma que Ronaldo a violou em 13 de junho de 2009 durante uma festa num hotel de Las Vegas, no estado norte-americano do Nevada, tendo o jogador negado categoricamente a acusação.

À data, a queixosa denunciou a presumível violação à polícia de Las Vegas e foi submetida a um exame médico. Esta quinta-feira, os seus advogados informaram que na ocasião a sua cliente informou que o futebolista português seria o alegado agressor. Kathryn Mayorga alega que terá sido coagida a assinar um acordo de confidencialidade a troco de cerca de 325 mil euros (375 mil dólares), assentimento que agora os seus advogados consideram não ter valor legal.

A polícia de Las Vegas anunciou, entretanto, a reabertura do caso.

O futebolista português negou as acusações de violação de que está a ser alvo, numa mensagem publicada na rede social Twitter. "Nego terminantemente as acusações de que sou alvo. Considero a violação um crime abjeto, contrário a tudo aquilo que sou e em que acredito. Não vou alimentar o espetáculo mediático montado por quem se quer promover à minha custa", escreveu.

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