Há mais futebolistas a procurar apoio psicológico. Aaron Lennon, médio do Burnley FC, atualmente com 32 anos, internado em maio de 2017 para tratar um problema psiquiátrico, foi o caso mais mediático mas está longe de ser o único. O número de jogadores que pediu ajuda especializada nos últimos meses foi "o maior de sempre registado no fim de uma época", alerta a Professional Footballers' Association (PFA).

Até ao fim do ano, poderá "duplicar ou triplicar" face a 2018, adverte Michael Bennett, um dos dirigentes da associação desportiva. Na época de 2018/2019, até meados de maio, 355 futebolistas da Premier League, que contou com profissionais portugueses como Bernardo Silva, João Moutinho e Rui Patrício, tinham procurado apoio psicológico, mais do dobro do número registado em 2016, quando foram apenas 160.

Em 2018, segundo a Professional Footballers' Association, foram 438 os que se viram a braços com problemas psiquiátricos. "Este aumento é bom", considera Michael Bennett, que justifica o crescimento com uma maior consciencialização para estas doenças. "Quando arrancar a pré-época, os que não tiverem contrato vão perceber que vão ter de lidar com isso mentalmente, emocionalmente e financeiramente", adverte o ex-jogador.

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