As preferências e aversões da criança devem ser respeitadas. Não é justo insistir em servir alimentos ou texturas que não agradam de todo e causam mesmo repulsa. Neste caso, uma vez que o resto da família não deve ficar privado de um prato de que gosta, podem ser apresentadas alternativas, desde que os pais não passem o tempo a cozinhar menus diferentes para cada criança.

As crianças devem escolher entre as alternativas que lhes são apresentadas e esta oferta deve ter um limite. Por exemplo, se a sua criança não gosta, de todo, de puré de batata, é razoável ter arroz ou pão integral à mesa, como alternativa.

Mas lembre-se: se preparar algo especial para a sua criança sempre que ela não quiser comer o que foi servido, fará a mesma exigência frequentemente.

Além disso, não é correto perguntar à criança o que é que quer comer porque não tem ainda os conhecimentos necessários para o fazer. Se quer que ela, vez por outra, escolha o que comer, pode pedir que opte entre um prato ou outro, definidos por si.

Por fim, as crianças mais pequeninas preferem preparações simples e já familiares. É inútil perder tempo a pensar e a preparar coisas complicadas para as incentivar a comer.

Não utilize alimentos como prémio, recompensa ou para conseguir que a criança faça algo em troca

Em primeiro lugar, os alimentos, recebidos como gratificação por bom comportamento ou como conforto em momentos de dor, tristeza ou irritação são normalmente guloseimas.

Nestas situações, ganham um valor especial e tornam-se, muitas vezes, os preferidos e mais desejados da criança.

Além disso, este tipo de atitude pode contribuir para que a criança se habitue a comer para aliviar momentos de tristeza e frustração ou para comemorar os seus sucessos.

Uma brincadeira, uma ida ao parque, um beijo ou um abraço são apenas algumas das muitas alternativas que para premiar ou confortar o seu filho.

Para mais informações consulte www.papabem.pt

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.