Eles confessaram os seus maiores segredos a um estranho. Era capaz de fazer o mesmo?

Para o projeto ‘100 of Days of Secrets’ o ilustrador filipino Terence Eduarte desafiou uma centena de pessoas a abrirem os seus corações e a revelaram-lhe os segredos mais profundos das suas vidas. Tudo em troca de uma ilustração. Eis as 20 histórias mais marcantes.
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"Queimei a carta de suicídio que escrevi no mês passado. Hoje é um bom dia."

"Nunca fiz sexo sem ser a troco de dinheiro. Ninguém sabe e é algo de que me envergonho."

"Tenho vergonha em admitir que tenho prazer em ver os meus amigos a discutir com os seus parceiros. Faz-me sentir bem com o facto de estar solteira."

"Fui preso por posse de drogas. A minha família continua sem saber de nada."

"Até ao dia de hoje apenas o meu namorado e eu é que sabemos que fiquei grávida com 18 anos. Nem o meu poema, deixado no chão da casa de banho, foi interpretado corretamente por estranhos. O segredo continua seguro entre nós e o quarto de hotel onde tudo terminou."

"Queria ir visitar a minha avó ao hospital mas o trajeto era longo e estava com preguiça. Ela morreu no dia seguinte."

"Já passaram dois anos e meio mas ainda não consigo dizer a ninguém que sou seropositivo. Em vez de me focar naquilo que não consigo fazer, voluntario-me para mudar o estigma em torno da doença."

"Na semana passada fiz 28 anos e ninguém se lembrou do meu aniversário. Não recebi um único telefonema ou mensagem dos meus familiares e amigos. No dia seguinte acordei, sentei-me à porta de casa e chorei. O meu cão sentou-me junto a mim e começou a chorar. Foi a coisa mais bonita que alguém já fez por mim."

"Disse ao meu filho que estava para nascer que não estava preparada para ser amada por ele. No dia seguinte tive um aborto espontâneo."

"Metade dos meus amigos são pessoas que desejava nunca ter conhecido."

"Um dia, ao voltar da Universidade, a minha mãe disse-me para cobrir as pernas em frente aos meus amigos. Ela não queria que eles se apercebessem de que tinha engordado e disse-me que me estava a proteger das fofocas. O comentário não me saiu da cabeça e tornei-me bulímica a partir daí."

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