As 10 resoluções de ano novo que toda a gente já fez

Todos nós já prometemos todas estas coisas... A maior parte delas ficaram por cumprir. Saiba quais são as promessas mais habituais e pense diferente para 2018 para conseguir cumpri-las.

Ano novo, vida nova e… resoluções antigas! O último dia do ano e os primeiros do novo ano são dias propícios a fazer reflexões sobre como foi o ano anterior, ponderar sobre o que devemos mudar e onde podemos melhorar no ano que está a começar. A chegada de um novo ano traz sempre consigo uma grande expectativa e também pressa em mudar, mas muitas vezes criam-se metas surreais, que acabam por ser facilmente colocadas de parte, porque ignoramos o tempo e recursos necessários para a sua execução.

Conheça as 10 resoluções de ano novo mais comuns e o que deve fazer para conseguir atingir estas metas de forma real.

1. Perder peso/ir ao ginásio

Esta é, sem dúvida, uma das resoluções de ano novo mais populares e também a maior promessa não mantida por muitos. Esta é uma promessa que normalmente só dura 2 a 3 meses e depois é posta de lado. Quer perder peso ou ser ativa fisicamente e já começa o ano a exagerar na alimentação e a ser preguiçoso? Tenha em mente que emagrecer e principalmente manter um estilo de vida regrado e saudável exige paciência e persistência. Se para além de perder peso, também quer ganhar  em saúde e bem-estar deve consultar um nutricionista e fazer um check-up à sua saúde, para perceber se está efetivamente acima do peso, se isso se deve a alguma questão de saúde e quais os alimentos que deve introduzir ou pôr de lado na sua dieta. Um PT também pode ser uma boa ajuda no caso de começar a fazer mais exercício físico, pois irá puxar por si e criar um compromisso.

2. Deixar de fumar

Quantas vezes já não ouviu esta promessa? Para a maioria dos fumadores, deixar de fumar é simultaneamente um desejo mas também uma grande dificuldade. Por isso mesmo não deve tomar esta decisão levianamente.  Faça um plano sobre qual é a melhor forma de deixar o tabaco, respeitando sempre as suas próprias limitações. Por vezes é mais fácil de forma radical, outras de forma gradual.  Também pode ser recorrer a tratamentos, que devem ser realizados com acompanhamento médico.

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