10 formas de serem pais mais felizes em 2016

Brigid Schulte, jornalista e mãe de dois filhos, ficou chocada quando percebeu que só tinha 30 horas de lazer por semana. Por isso, resolveu escrever o livro "Overwhelmed: Work, Love, and Play When No One Has the Time", onde partilha estratégias para que todos os pais possam ser mais felizes

informação sobre o estilo de vida dos pais

Brigid Schulte partilhou com o site Mashable 10 formas dos pais se sentirem mais realizados e felizes com os seus filhos. Tome nota.

1. Respirar
A maioria das pessoas sente-se stressada e por causa disso tendem a suster a respiração. Os pais têm esta tendência, especialmente quando tentam acalmar um bebé ou quando tentam ajudar os filhos a fazerem os TPC's. Schulte recomenda que todos os dias, retire uns momentos para respirar profundamente. Estudos demonstram que restabelecer a respiração diminui os níveis de stress. Respirar dá espaço a que cada pessoa possa pensar claramente. Todos os pais deviam fazer este exercício.

2. Mude as suas expectativas
Com a clarividência vem também a habilidade de pensar abertamente acerca do que quer. Ser pai também implica estar menos preocupado com o que os outros pensam, e focar-se mais naquilo que quer para a sua família. Muitas vezes os pais são pressionados pelo emprego a estarem disponíveis 24 horas por dia. Pare para pensar quais são realmente as suas prioridades. Depois disso, vai conseguir tomar decisões acertadamente e gerir melhor o seu tempo.

3. Tire tempo para si mesmo
Apesar de tudo, os pais de hoje em dia passam mais tempo com os filhos do que antigamente. Mas mesmo assim sentem-se culpados quando tentam tirar um tempo para si mesmos. Estas pausas podem, no entanto, rejuvenescer um pai ou uma mãe o que levará a que a experiência da parentalidade seja ainda melhor. Schulte recomenda que o parceiro seja o "patrocinador" do outro, para que este possa agendar atividades só para si. Se sair de casa é mesmo complicado, basta que reserve 15 minutos para meditar ou refletir.

4. Passe mais tempo com o seu companheiro/companheira
Vários estudos demonstram que o companheiro acaba por vir em último lugar quando os filhos nascem. Mas quando a relação entre pai e mãe não é cuidada, no final, toda a família sofre com isso. Se possível, reserve um dia da semana para uma saída a dois ou então uma noite sem aparelhos eletrónicos ou trabalho. E não vale falar dos filhos... Abordem outros assuntos que tenham em comum.

5. Não entre em pânico quanto ao futuro dos seus filhos
A educação é importante, sem dúvida. Mas muitos pais hoje em dia entram em pânico com o futuro dos filhos e receiam que não seja um génio da Matemática. A faculdade que um dia irão frequentar pode dar-lhes mais prestígio mas não siginfica que sejam mais felizes por isso. O que realmente interessa é que os filhos saibam que os pais estão lá para orientar e ajudar. Se for um pai demasiado preocupado e que influencia as escolhas do filho, ele acabará por não descobrir sozinho o que realmente quer fazer profissionalmente.

6. Arranje tempo para "espaços abertos"
Geralmente, os fins de semana são preenchidos com atividades fora de casa. E no final, acabamos exaustos. Em vez de pensar em experiências fora de casa, crie "espaços abertos" para atividades criativas ou de reflexão. Este conselhos é valido tanto para os pais como para os filhos. Podem fazê-lo em separado.

7. Guarde o telemóvel
O telemóvel ocupa-nos muito tempo, quer em conversas quer em redes sociais. E é tempo que não está a passar com os seus filhos. Se passa o tempo todo a olhar para o telefone, os seus filhos vão achar que é o comportamento normal. Coloque o telemóvel no silêncio ou até mesmo dentro de uma gaveta, e reserve esse tempo para a família.

8. Construa uma rede de apoio
Viver em comunidade e ter pessoas que nos possam apoiar na parentalidade, é ótimo. Mas atenção, não faça disso uma competição. Não é o que se pretende. O objetivo é ter pessoas ao seu lado que o possam ajudar e apoiá-lo.

9. Pratique a auto-compaixão
Há tantas coisas que nos preocupam enquanto pais - a forma como o filho dorme, come, brinca... A culpa pode ser bastante persuasiva principalmente para as mulheres, e ainda mais para as que trabalham.
A parentalidade é uma viagem para a vida toda, e os pais não podem viver apenas para os filhos. A teoria da auto-compaixão sugere que quando os pais não se focam apenas na culpa ou na falta de controlo, mas sim que as dificuldades que sentem são mais comuns do que pensam, permite-lhes criar uma maior empatia com outros pais e viverem menos stressados.

10. Expresse gratidão
Sentir-se grato é uma prática. Isto não significa que ignore os problemas que o seu filho tem na escola, ou que o dia no trabalho foi mais complicado. Mas forçar-se a ser positivo pode ser a receita para a felicidade. Aproveite todos os momentos de alegria e boa disposição. Foque-se no lado positivo da vida.

artigo do parceiro: Susana Krauss

Comentários