Ainda quer assim tanto uma mala em pele?

A empresa de comunicação e publicidade Ogilvy & Mather associou-se à PETA Asia com o intuito de alertar as pessoas para a crueldade que se esconde por detrás da produção dos artigos em pele.

A Ogilvy & Mather e a PETA Asia juntaram forças e anunciaram o lançamento de uma pop-up store em Bangkok que aparentemente vendia diversos artigos em peles exóticas, como é o caso de sapatos, malas, cintos ou luvas.

Mas na realidade esta loja era fictícia, idealizada para a nova campanha da PETA intitulada ‘Behind the Leather’ (Por detrás da pele). Com câmaras escondidas em diversos pontos da loja, foram gravadas as reações dos clientes ao pegarem nos diversos artigos espalhados pelo espaço.

De forma a mostrar aos potenciais clientes o sofrimento que muitos animais tiveram que passar para se produzir determinado produto, foram colocadas réplicas mecânicas de órgãos dentro de malas e sangue animal dentro de sapatos e luvas.

O resultado? Impressionante. De acordo com a PETA Asia muitos destes animais, como é o caso das cobras e crocodilos, são esfolados vivos, alvejados, decapitados e torturados de forma a extrair-se a sua peles que acaba por ser exportada. Por exemplo, para se produzir uma mala em pele de crocodilo, é necessário matar me média quatro animais.

Uma prática cruel e completamente desnecessária tendo em conta as outras alternativas que existem no mercado, como é o caso das peles sintéticas. Uma mala bonita não é sinónimo de pele verdadeira, como várias marcas de renome internacionais já demonstraram. Armani, Love Moschino e Stella Mccarteney são algumas das marcas cruelty-free e que já baniram o uso de peles verdadeiras nas suas coleções.

Clique no vídeo e pense bem antes de comprar o seu próximo artigo em pele.

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