A pergunta mais pertinente de sempre: Quem sou Eu?

Se não fizer um profundo trabalho de consciência, de autoconhecimento sobre o que é a vida, sobre a sua individualidade e sobre o seu propósito pessoal, é natural que perto dos 40 o encontremos perdido de si próprio.

A semana passada um jovem afirmava convictamente que os seus maiores desejos eram arranjar um emprego e casar, acreditando cegamente que essas duas conquistas seriam garantia da sua entrada no mundo dos “grandes” e principalmente de felicidade.

Entristece-me embora não me admire este tipo de pensamento pois ele é fruto da ignorância espiritual em que está mergulhado o Ocidente.

Se não fizer um profundo trabalho de consciência, de autoconhecimento sobre o que é a vida, sobre a sua individualidade e sobre o seu propósito pessoal, é natural que perto dos 40 o encontremos perdido de si próprio, desiludido com a vida (ou com as suas próprias ilusões?), zangado com Deus porque não vê a sua felicidade concretizada pela sua fórmula mágica.

Todos sabemos bem como as crenças podem condicionar a nossa vida. Na maioria inconscientes, são elas que nos levam a agir de determinadas maneiras, a repetir padrões inconscientes, quantos deles herdados de vidas passadas.
Enquanto essas crenças não forem trazidas à luz e questionadas pela pessoa que somos hoje, seremos apenas veículo de continuação das mesmas. Sejam elas positivas ou negativas.

Na maioria das vezes, só quando uma crença se torna obsoleta ou se revelou negativa pela própria experiência, é que a colocamos em causa e nos disponibilizamos para as alterar.

O que procura?

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