Só em estado de Amor, podemos Amar

Somos feitos de dualidade. Constantemente confrontados com ambos aspectos da dualidade, o nosso trabalho é observar e escolher qual parte da dualidade queremos alimentar e dar energia.

Somos feitos de dualidade.
Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade.
A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na mulher com o seu mundo interior e exterior, no Céu e na Terra, no medo e no Amor, enfim, TUDO é uma expressão do TODO.
Sabendo então que todos somos feitos da mesma energia, apenas expressa de maneira diferentes, nas suas infinitas manifestações na realidade 3D, torna-se ridículo julgar o outro pelo que afinal também existe em nós. Qual peixe que goza com as escamas do outro...
O nosso trabalho não é julgar o que é feio ou aplaudir o e que é bonito pois já percebemos então que o feio e o bonito habitam em todos nós e são apenas manifestações do TODO.
O nosso trabalho é escolher.
Constantemente confrontados com ambos aspectos da dualidade, o nosso trabalho é observar e escolher qual parte da dualidade queremos alimentar e dar energia. Que parte da realidade nos encanta e vibra na nossa frequência e que ainda escolhemos dançar com ela. Sim porque há muitas partes da dualidade que no momento actual nada nos dizem, não estão na nossa frequência, não vibram connosco.
Por isso repara que frequências te rodeiam e valida todas e apenas escolhe com qual queres dançar.
E porque onde colocamos energia criamos laços energéticos e Karmicos, analisa bem onde, de que maneira e com quem pretendes investir a tua valiosa energia.
Muitos ainda acreditam que julgar, dizer mal, apontar dedo, criticar ou simplesmente falar mal sobre o que não querem, que os distancia dessa realidade. Estão enganados, pois na verdade, energeticamente falando, ainda estão a dançar com ela sem a consciência que o que mais julgam e condenam também habita dentro de si a um nível inconsciente. E como ao que resistes persiste, e porque o grande objectivo é a harmonização dos opostos, aquilo que mais condenamos irá manifestar-se até que façamos essa integração.

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