A responsabilidade do Astrólogo

A Astrologia Natal, na sua vertente de consulta e aconselhamento, põe ao praticante uma série de questões a priori, que ultrapassam as próprias técnicas astrológicas. A primeira delas é, sem dúvida, a questão da responsabilidade pessoal.

Antes ainda de dominar totalmente as chamadas "técnicas astrológicas" nas suas múltiplas vertentes, o Astrólogo deverá saber gerir a subtil arte do aconselhamento. Para tal, deverá cumprir uma série de requisitos pessoais.

Deverá ser capaz de se pôr em causa, capaz de aprender com os próprios erros (porque certamente que os fará) e com os erros dos outros, capaz de empatizar com os outros e ainda capaz de reformular, uma vez e outra, os seus métodos e sistemas, de forma a torná-los cada vez mais inclusivos, multidimensionais e abrangentes.

Deverá, em resumo, constituir-se como um ser humano consciente, criativo e suficientemente corajoso para fazer da Astrologia um trampolim no doloroso processo da transformação de consciência, em vez de a usar como escudo para esconder problemas e insuficiências pessoais ou ainda como pedestral para vivenciar situações de superioridade fictícia.

Saber ouvir é uma técnica exigente, por vezes difícil.

Saber escutar é uma arte.

O aconselhamento apoia-se, porventura, nestas duas bases.

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